Nordestino arretado e cabra da peste
Professora:
Valdilene Pacheco Pereira
I
Venho nestes singelos versos
A vocês homenagear
São arretados e cabra das peste
E hoje aqui vão arrebentar
Não quero ver brigas só quero apreciar
A cultura nordestina aqui neste
lugar.
.
II
Muita luta e dedicação
No trabalho de cada equipe
Representando o litoral e o sertão
Do Ceará a Sergipe
Eita, povo arretado,
Corajoso e espevitado.
III
Viajamos por Alagoas,
Rio Grande do norte
Paraíba e maranhão.
Esse povo é cabra da peste,
Quintura de São João
Na Alagoas vi a terra do coco
e na Paraíba vi o Cangaço de Lampião,
Na noite do reggae regueiros eu vi
IV
Viajando por Sergipe
vi um pouco de sua cultura,
Em Pernambuco dancei frevo,
Luiz Gonzaga conheci
Na Bahia de todos os povos
O Olodum arrebentou
Era comida pra todo lado,
Tinha até acarajé apimentado.
V
No Piauí a guerra do Jenipapo
Muita emoção me passou.
Eita povo arretado de bom!
Com fraklin Aguiar dancei
Com Carlinhos Brawm pulei
Vixe , que tanta agitação
Até palpitou meu coração.
VI
Na viagem pelo Ceará,
Conheci lugares exuberantes
Bicas de águas cristalinas,
Vi o mandacaru no sertão
espinhoso como ele não tem !
As belezas que encantam
O Ceará nessa grande imensidão.
VII
Homens de muita fé,
São os povos sertanejos,
Mesmo com a chuva escassa
Plantam de janeiro a janeiro
E com sua reca de filhos
A chuva espera com fé
É o retrato nordeste,
o nosso sertão buscapé.
VIII
Encerro estes singelos versos
Feitos pra mode admirar
O trabalho dos professores
Diretor e coordenadores
E as equipes de plantão
Sou cabra da peste arretado
do
Litoral e do Sertão.
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